Eletrodoméstico queimado: o que fazer?

18.ago, 2018 |
  • Dicas,
  • Notícias para Condomínios,
| Nenhum Comentário

Estamos no inverno e nesta estação é muito comum chuvas, ventos e raios. Tudo acontece tão rápido que quando a gente pensa em desligar os eletrodomésticos temendo a falta de luz, ela vem.  O resultado disso é algum aparelho queimado! O que muitos não sabem é que segundo publicado recentemente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o responsável pelos danos causados ao aparelho é a concessionária de energia.

 

Como fazer

A solicitação de ressarcimento pode ser realizada por telefone, nos postos de atendimento presencial, via internet ou por outros canais de comunicação oferecidos pela distribuidora. Ela, por sua vez, analisará os casos de queima de equipamentos instalados em unidades consumidoras atendidas em baixa tensão, como residências, lojas, escritórios e outros.

 

Caso a situação não seja resolvida dentro do prazo estipulado, o consumidor pode procurar a ANEEL para analisar o caso. Na hipótese da solução não ser alcançada por esses canais, a pessoa prejudicada pode também buscar um advogado e ingressar com um processo judicial.

 

Quando a distribuidora pode negar o ressarcimento

– Quando não tiver sido registrada perturbação na rede elétrica que possa ter afetado a unidade consumidora no período de ocorrência do dano;

 

– O consumidor providenciar, por conta própria, o conserto do equipamento antes do fim do prazo para a verificação, exceto se houver prévia autorização da distribuidora;

 

– Não for permitido acesso ao equipamento e às instalações da unidade consumidora para vistoria;

 

– A fonte de alimentação elétrica do equipamento estiver em perfeito estado de funcionamento.

 

Por conta própria

Se você é daqueles que não gosta de burocracias e prefere não procurar a empresa para que ela se responsabilize pelos danos, preste atenção: nem sempre compensa arrumar um eletrodoméstico quebrado.

 

Nesses casos, a primeira coisa que deve ser feita é uma conta. Segundo especialistas, o reparo é viável quando custa até 35% do valor de um produto novo. Se passar dos 50% raramente compensa e o mais indicado é comprar um utensílio novinho.

 

Essa foi a nossa matéria de hoje! Esperamos que vocês tenham gostado de saber mais sobre esse assunto que ainda gera muitas dúvidas. Agora, não esqueça de compartilhar essas informações com seus amigos e vizinhos para que eles saibam como proceder caso ocorra com eles.

 

0

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CAPTCHA